
Desde que Christina Aguilera colocou na cabeça que queria voltar com tudo, ela começou a se distanciar bastante do foco do seu talento. Depois de apelações sexuais desnecessárias no videoclipe da música de conteúdo pobre "Not Myself Tonight", o álbum Bionic foi lançado o qual é lotado de imperfeições e extremamente heterogêneo.
Talvez esses defeitos se devam a discrepância entre os produtores de cada música, que engloba grandes nomes como Tricky Stewart("Single Ladies(Put A Ring On It)", da Beyoncé) e não tão conhecidos como Le Tigre(uma banda de Electroclash dos Estados Unidos). À procura da conquista de um público maior e mais eclético acabou por deixar Xtina com os mesmos fãs fiéis de sempre, aqueles que não se importam com transições de personalidade ao longo de grandes sucessos como "Can't Hold Us Down" e "Ain't No Other Man".
Duas provas de que a cantora procura reconquistar o seu espaço a todo o custo são as músicas "Woo Hoo"e "Bionic". A primeira conta com a participação especial da it rapper Nicki Minaj e a produção de Polow Da Don("Love In This Club", do Usher); entretanto, o que parece ser a fórmula para o sucesso se transformou numa bizarrice difícil de ser suportada, com o exagero do sotaque da pupila de Lil Wayne:
A segunda, que leva o título do álbum, tem um lado bem menos urban do que a primeira e tem caráter mais alternativo, com o uso de efeitos especiais que até deram uma entonação diferente à (potentíssima) voz de Aguilera:
Sotaque forjado está na moda? Se levar ao topo dos charts, Christina Aguilera usa.
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